T H E R A T O S
Música, literatura, artes visuais e outros absurdos da mente humana.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Noel Rosa
Foi com grande prazer que me deparei com este documentário sobre nosso impagável Noël Rosa. O trabalho é obra do blog Bossa Brasileira administrado por Thiago Mello, pesquisador musical, restaurador e designer gráfico que merece todas as palmas por realizar esse trabalho de resgate de nossa história. Navegando contra a maré da maioria da população, vem descobrindo a cada dia mais riquezas de nossa música, obscurecida pelo tempo - impiedoso com a memória. Deliciem-se com o vídeo, e visitem o Bossa Brasileira. A nossa música agradece.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Ballet Mechanique (Fernand Léger, 1924)
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
2002

Fênix
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Sentir a tua falta
como o medo que até a vida cala
tal qual o frio que a voz congela
e a navalha que no pêndulo badala
Pois a presença que se demonstra ausente
é como sentir-se devorado por uma fera
que não come por estar morta ou doente
e nos olha indiferente, como a uma pedra
E tua mão que sutil na rede meu sono embala
no pesadelo vil, vem e com punhal me assalta
expondo a todos minhas chagas em ampla sala
e sendo assim, melhor então sentir a tua falta.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Música concreta
Alvorando
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Feito uma porta
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Centro Histórico
Tingiram as paredes descascadas
Ocultando o velho que não se disfarça
Impuseram novo em anciã fachada
Iludindo o olho na moderna farsa
Vendendo para pagar o imposto que se taxa
No anseio de encher de níquel e ouro as calças
O lojista ao seu modo a história esculacha
Descambando em vida sem sentido, pobre e falsa
E nas calçadas passa o povo que consome
Carregando em mãos vazias bolsas fúteis pelas alças
Repletas de coisas inúteis, vãs, mas que tem nome
Sísifos erguendo o drama e a dor de sua raça
Bestas abstratas irreais que com olhos sentem fome
Esquecidas do passado, levam vida tão descalça...Impudica
Em campos minados
arriscam-se os pensamentos
descambam por veredas
desfazem-se sedimentos
deixam rastros alamedas
restos claros pelos lados
Explicitamente traçados
com amarras d'outros tempos
não omitem suas sendas
os devaneios ao relento
emboscadas muitas presas
sem receio de pecado
Nesses campos de batalha
na volúpia da labuta
não descartam com navalha
os segredos lá da gruta
Sem mistério estraçalham
os pudores da conduta
sem receio dos que ralham


